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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

As lideranças dos tempos da repressão

Bruna Tiso




Durante vários anos do Período Republicano, o Brasil foi governado por regimes ditatoriais. Foi assim, por exemplo, ao longo do Estado Novo (1937 a 1945), implantado por Getúlio Vargas, ou na época militar (1964 a 1985), quando as práticas democráticas simplesmente foram abandonadas pelos governantes. Enquanto ditadores cuidavam dos rumos do Brasil, muitas pessoas lutavam pela redemocratização do país. Contra o Estado Novo destacou-se Luís Carlos Prestes, que chegou a ser preso e viu sua mulher, Olga Benário, ser mandada a campos de concentração nazistas, onde morreu em uma câmara de gás. No período militar, políticos como Leonel Brizola e Miguel Arraes viram-se obrigados a viver no exílio como vários intelectuais, artistas e sindicalistas que condenavam o regime. Outros, como o jornalista Vladimir Herzog ou o deputado Miguel Rubens Paiva, morreram torturados pela ditadura ou foram assassinados em emboscadas, como os guerrilheiros Carlos Marighella e Carlos Lamarca. Nessa luta por um Brasil mais humano, livre de autoritarismo, destacaram-se também religiosos como D. Hélder Câmara e D. Paulo Evaristo Arns, além do sociólogo Herbert de Souza.  




   Nesta matéria
Luís Carlos Prestes (1898-1990)
Carlos Marighella (1912-1969)
Carlos Lamarca (1937-1971)
Luiz Inácio Lula da Silva (1945)
D. Hélder Câmara (1909-1999)
D. Paulo Evaristo Arns (1921)
Herbert José de Souza (1936-1997)
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