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Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.  

O caminho certo é o caminho de sempre?
Além do que já vimos sobre as possíveis estruturas do ensaio, há considerações importantes a ser feitas sobre sua utilização. É preciso ter sempre em mente que é necessário adequar o conteúdo à estrutura, ou seja, pensar o texto antes de redigi-lo. Vencida a dificuldade inicial de domínio da estrutura, pode-se incorrer em uma falha perigosa, que é tomá-la como modelo, como algo imutável, que deve ser usado sempre da mesma forma. Esse erro também pode nos levar a ter um comportamento acomodado ou burocrático diante dos aspectos mais vivos da redação, como é o caso da linguagem e da estrutura de ideias. Ou seja, o modelo passa a obstruir a criatividade e o texto fica inexpressivo e sem brilho. No caso do ensaio, sempre existe a possibilidade de nele atuar criativamente, desde que essa opção signifique a melhor forma de "chegar" ao leitor. Todas as estruturas que apresentam as três partes correspondentes à estrutura dialética – introdução, desenvolvimento e conclusão – são variantes do ensaio, e são utilizadas em outros tipos de texto, como cartas comerciais, memorandos, trabalhos escolares, teses, textos jurídicos etc.


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Valorizando o novo
De volta ao leitor
Fazendo uma boa utilização da estrutura
Estrutura de ideias
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