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Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.  

Inovando a língua


"Filha do homem, a palavra reflete-lhe o destino: como ele, nasce, vive, transforma-se, adoece, morre e, até, ressuscita". (Eduardo Carlos Pereira)


O vocabulário de uma língua viva é, por natureza, móvel, ou seja, varia à medida que mudam os costumes, os comportamentos, a tecnologia, as ciências, as profissões, as artes etc. Palavras desaparecem e surgem, adquirem novas significações e perdem antigas. Para nomear novos objetos e expressar as ideias que vão surgindo conforme a dinâmica da comunidade falante de  certa língua, faz-se necessária a formação de novas palavras. Isso, porém, não significa que seja necessário inventar somente vocábulos completamente diferentes dos que já existem. Por exemplo, a partir de duas palavras gregas, tele (longe) e fone (voz), formou-se a palavra ‘telefone’, nome do dispositivo inventado somente no final do século XIX para permitir a comunicação por meio da fala entre pessoas que não estão no mesmo lugar. Antes dessa invenção, não foi necessário a ‘criação’ dessa palavra.




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